Critérios para a inclusão de setores interessados na governança da Internet
Jeremy Malcolm, Analista Sênior de Políticas Globais, Electronic Frontier Foundation (EFF)
Data da publicação: novembro 2015
Jeremy Malcolm, Analista Sênior de Políticas Globais, Electronic Frontier Foundation (EFF)
Data da publicação: novembro 2015
Adriano Belisário, mestrando em Comunicação, pesquisador sobre espectro e tecnologias livres
Data da publicação: novembro 2015
Gregory Taylor, Professor Assistente do Departamento de Comunicação, Mídia e Filme, Universidade de Calgary, no Canadá
Catherine Middleton, Canada Research Chair em Tecnologias da Comunicação na Sociedade da Informação, Universidade Ryerson, Toronto, Canadá
Paul Goodrick, Pesquisador Associado, Canadian Spectrum Policy Research, e Mestrando em Comunicação e Cultura nas Universidades Ryerson e York, Toronto, Canadá
Data da publicação: novembro 2015
Cristiana Gonzalez, Coordenadora do projeto Ações Locais para Assegurar Direitos na Internet (APC-LASIR)
Mohammad Tarakiyee, Coordenador do projeto Direitos Digitais no Oriente Médio e Norte da África (APC)
Data da publicação: novembro 2015
Pedro Henrique Soares Ramos, Pesquisador associado do InternetLab. Graduado pela USP e Mestre em Direito FGV/SP
Data da publicação: agosto 2015
Flávia Lefèvre, representante da sociedade civil no CGI.br e colaboradora da PROTESTE Associação de Consumidores
Data da publicação: agosto 2015
Arzak Khan, fundador e diretor do Internet Policy Observatory do Paquistão
Data da publicação: agosto 2015
Seth Schoen, tecnólogo senior da Electronic Frontier Foundation (EFF)
Data da publicação: agosto 2015
Autoria coletiva*
Data da publicação: agosto 2015
Nós, abaixo assinados, compartilhamos uma preocupação comum sobre o lançamento e expansão da plataforma Internet.org da Facebook e suas implicações para a Internet aberta ao redor do mundo. Nessa Internet aberta, todos os conteúdos, aplicações e serviços são tratados igualmente, sem discriminação alguma. Estamos especialmente aborrecidos pelo fato que o acesso das pessoas pobres é usado como justificativa para tais violações da neutralidade da rede.
Sérgio Alves Jr., Pesquisador do Centro de Direito, Internet e Sociedade do Instituto Brasiliense de Direito Público (CEDIS/IDP)
Data da publicação: abril 2015